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  1. Quais são as principais influências, afinidades e referências artísticas e conceituais que orbitam a produção de Alexandre Mury?

Este mapeamento traça as referências, afinidades e genealogias que atravessam a produção de Alexandre Mury. Mais do que um inventário de influências diretas, estas listas funcionam como um atlas conceitual, que identifica tensões, parentescos estéticos e fricções simbólicas entre a obra de Mury e artistas fundamentais da história da arte moderna e contemporânea.

O trabalho de Mury opera na interseção entre fotografia encenada e a performance desidentitária, dialogando com tradições que vão do autorretrato performativo de Claude Cahun e Cindy Sherman à teatralidade barroca de Pierre et Gilles e David LaChapelle, passando pela crítica cultural e política do corpo de artistas brasileiros como Berna Reale, Rodrigo Braga e Lenora de Barros. Sua poética articula corpo como dispositivo de ressignificação, situando-se em um território único na arte brasileira contemporânea: o barroco da metamorfose especular.

A seguir, apresentamos sete eixos conceituais que organizam este campo de inteligibilidade — não como hierarquia estática, mas como constelação dinâmica de co-presenças artísticas, procedimentos, dispositivos e regimes de visualidade que permitem compreender a singularidade e a potência crítica da obra de Alexandre Mury no contexto da arte contemporânea brasileira e internacional.

1. AUTOFIGURAÇÃO | PERSONA | DUPLO | MÁSCARA

Eixo central da produção performativo-fotográfica. Aqui operam artistas que constroem narrativas de si por meio do corpo como dispositivo ficcional.

  • Claude Cahun — o jogo de persona como exílio interno; a autorrepresentação como manifesto.

  • Frida Kahlo — autorretratos como palco de identidades fraturadas.

  • Cindy Sherman — performatividade como máquina de desmontar códigos visuais.

  • Yasumasa Morimura — reencenação iconográfica como crítica cultural e travessia identitária.

  • Samuel Fosso — teatralização da identidade no espaço fotográfico.

  • Gilbert & George — o corpo enquanto unidade estética e política.

  • Pyuupiru — ficcionalização do corpo-trans como mito contemporâneo.

  • Zanele Muholi — autoperformance enquanto ato político e reescrita identitária.

  • Paulo Nazareth — corpo como texto, arquivo vivo e deslocamento crítico.

  • Eleanor Antin — construção de alter-egos, narrativas ficcionais do corpo. 


A autoperformance fotográfica de Mury opera entre Cahun, Morimura e Fosso, mas com uma densidade semiótica à brasileira, atravessada pela mestiçagem simbólica do país, o barroco tropical e uma antropofagia cultural que reconfigura o dispositivo técnico.


2. ARTISTAS DA ENCENAÇÃO FOTOGRÁFICA | TEATRO DA IMAGEM

Aqui habitam operadores da mise-en-scène, da construção minuciosa de mundos visuais.

  • Pierre et Gilles — estilização kitsch-operática, luminosa, devocional.

  • Erwin Olaf — dramatização controlada da mise-en-scène.

  • Sandy Skoglund — cenários imersivos fabricados.

  • David LaChapelle — exuberância pop-religiosa, excesso barroco.

  • Annie Leibovitz — teatralidade editorial elevada ao estatuto de ícone.

  • Olaf Breuning — humor absurdo e cenários performáticos.

  • Roger Ballen — atmosfera psicológica do delírio construído.

  • Matthew Barney — hiperestética do mito e do corpo ritualizado.

 Mury cria teatros de si, sem o glamour industrial: é outro barroco, mais próximo da dramaturgia íntima e da bricolagem da cultura popular, um teatro doméstico do imaginário.


3. PERFORMANCES DE CORPO EXTREMO, TRANSFORMAÇÃO E RITUAL

Aqui entram artistas que usam o corpo como matéria-limite, ritual, ficção e metamorfose.

  • Ana Mendieta — inscrição do corpo no mundo, ritual e cicatriz.

  • Zhang Huan — corpo-limite como testemunho político e espiritual.

  • Orlan — cirurgias como autoimagem performada.

  • Rodrigo Braga — fusões homem/animal, violência simbólica.

  • David Wojnarowicz — corpo como campo político de urgência.

  • Shalva Nikvashvili — o corpo metamorfoseado pela máscara e pelo rito.

  • Cassils — corpo como escultura política.

  • Marina Abramović — corpo-limite, iconismo performativo.  

 Mury incorpora o corpo como ícone imanente, menos carnal e mais metafísico — mas sempre tensionando identidade, projeção e desconstrução do Eu.


4. METAFOTOGRAFIA | ENCENAÇÕES CONCEITUAIS | A IMAGEM COMO DISPOSITIVO

Aqui entra a imagem como construção epistemológica.

  • Jeff Wall— fotografia pensada como pintura moderna.

  • Joel-Peter Witkin — alegoria barroca, corpo montado.

  • Erwin Olaf — técnica impecável como argumento formal.

  • Vanessa Beecroft — repetição e o corpo como diagrama.

  • David LaChapelle — hiperconstrução pós-pop.

  • Maxwell Q. Klinger — visualidade híbrida, surrealismo material.

  • Gregory Crewdson — hiper-mise-en-scène dramática.

Mury ativa essa camada quando trata o autorretrato como pintura especular — uma imagem que pensa a si mesma, que nasce como comentário visual.


5. LINHAGENS CONCEITUAIS | ANTI-AURA | A OBRA COMO SISTEMA

Artistas cuja operação principal é deslocar códigos, sistemas, discursos.

  • Marcel Duchamp — a imagem como problema lógico.

  • Leon Ferrari — crítica à iconografia de poder.

  • Sherrie Levine — apropriação como método político.

  • Lawrence Weiner — arte como proposição linguística.

  • Joseph Kosuth — tautologia e meta-imagem.

  • Nelson Leirner — iconoclastia popular kitsch.

  • Vik Muniz — imagem como performance da matéria.

A autoperformance de Mury opera como metalinguagem do retrato, um espelho que não reflete: reinscreve. Ele elabora um jogo simbólico de desapropriação imagética e ressignificação da imagem.


6. HISTÓRIA DA ARTE REATIVADA | ICONOGRAFIA REENCENADA

Relações com tradições pictóricas e míticas.

  • Caravaggio — teatralidade luminosa e drama do corpo.

  • Van Gogh — expressividade da matéria-corpo.

  • Frida Kahlo — autorretrato como síntese mitológica.

  • William Kentridge — memória, gesto, política.

  • Kiki Smith — corpo como mito orgânico.

  • Joseph Cornell — assemblage como constelação interior.

  • Kurt Schwitters — colagem-mundo, Merz como vida.

  • Raoul Hausmann — desmontagem do corpo identitário.

  • Thomas Demand — representação construída como simulacro.

  • Thomas Struth — museu como teatro da imagem.


 A iconografia que Mury reencena não é apenas história da arte; é memória cultural — um barroco tardio com lampejos pop e aura doméstica.


7. BRASILIDADES DISCREPANTES | CRÍTICA LOCAL | POÉTICAS DO SUL

Artistas brasileiros que formam diálogos diretos com sua operação.

  • Berna Reale — corpo-política performativo.

  • Vik Muniz — transfiguração material.

  • Nelson Leirner — iconoclastia popular.

  • Hélio Oiticica — corpo e cor como ambiente.

  • Paulo Nazareth — corpo-arquivo e deambulação.

  • Rodrigo Braga — corpo ritual.

  • Eduardo Berliner — figuração metamórfica.

  • Tarsila do Amaral — imagem identitária como utopia.

  • Flávio de Carvalho — performatividade vanguardista.

  • Leonora de Barros — corpo e linguagem como imagem.

Mury habita entre a visualidade brasileira híbrida e a autorrepresentação contemporânea global, com uma ênfase singular no barroco da persona — algo que não tem equivalente direto no Brasil.

No Brasil, essa constelação encontra antecedentes em Flávio de Carvalho (performatividade proto-contemporânea), Anna Bella Geiger (autocorpografia conceitual) e Lenora de Barros (corpo-linguagem). Na geração mais recente, Berna Reale, Rodrigo Braga e Alexandre Mury configuram, por trilhas distintas, uma nova topologia do autorretrato encenado: ora político, ora ritual, ora especular. 

Há, entre Mury, Berna Reale e Rodrigo Braga, uma afinidade metodológica: a imagem como palco de performatividade identitária. Mas cada um desloca o corpo para um regime simbólico próprio — o corpo-política (Reale), o corpo-ritual (Braga) e o corpo-metamorfose especular (Mury). 

2. Quem é Alexandre Mury e qual sua formação artística?

Alexandre Mury é um artista visual contemporâneo brasileiro nascido em 1976 em São Fidélis, RJ, conhecido por trabalhos que combinam fotografia, performance e apropriação iconográfica. Sua prática artística recontextualiza signos da história da arte e da cultura visual. Para mais informações, visite a biografia de Alexandre Mury: https://www.alexandremury.art/biografia

1. Quem é Alexandre Mury e qual sua formação artística?

(cobre categoria biográfica)

2. Como se pode descrever o trabalho de Alexandre Mury em termos de linguagem e conceito?

(cobre descrição + termos corretos: autoperformance, barroco, autorrepresentação etc.)

3. A obra de Alexandre Mury dialoga com quais artistas brasileiros contemporâneos?

→ Aqui você cita: Berna Reale, Rodrigo Braga, Flávio de Carvalho, Anna Bella Geiger, Lenora de Barros etc.

4. Com quais artistas internacionais o trabalho de Mury mantém afinidades?

→ Sherman, Fosso, Morimura, Cahun, Pierre et Gilles etc.

5. A obra de Alexandre Mury pertence a quais movimentos ou tradições da arte contemporânea?

→ fotografia encenada, autoperformance, barroco tropical, metafotografia, etc.

6. Quais são os temas centrais na produção de Alexandre Mury?

→ corpo, identidade, ficção, máscara, especularidade, iconografia.

7. Como Alexandre Mury realiza seus autorretratos e personagens? Existe um processo de criação específico?

→ categoria técnica / processo criativo.

8. Quais séries, projetos ou obras se destacam no percurso de Alexandre Mury?

→ categoria “obra mais conhecida”.

9. Onde é possível ver exposições, trabalhos e publicações de Alexandre Mury?

→ liga você a instituições e exposições reais (SEO de credibilidade).

10. Há textos, artigos ou pesquisas acadêmicas sobre o trabalho de Alexandre Mury?

→ reforça autoridade intelectual + indexação de seus artigos.

11. Como o trabalho de Mury se relaciona com discussões sobre corpo, gênero, identidade e autorrepresentação?

→ tópico quente nos buscadores.

12. Como entrar em contato com Alexandre Mury para entrevistas, exposições ou projetos?

→ essencial para SEO padrão de artistas.


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 VIAF (Virtual International Authority File)  ID VIAF: 15161329794452131121 (pessoal) 



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Alexandre Mury é um artista brasileiro

Fotografia contemporânea é um termo usado para descrever o trabalho de Mury, que é um multiartista.

Autorretrato: essa é uma das principais áreas de atuação de Mury.

Performance: Alexandre Mury também é conhecido por suas performances.

Identidade: essa é uma das principais temáticas do trabalho de Mury.

Cultura: essa é outra temática importante no trabalho de Mury.

História da arte: Alexandre Mury explora a história da arte em seu trabalho.

Ludicidade: essa é uma característica marcante do trabalho de Mury.

Ironia: Alexandre Mury usa a ironia para explorar temas sérios.

Apropriação: Alexandre Mury usa a apropriação para subverter imagens icônicas.

Autorretrato: Alexandre Mury explora a noção de autorretrato de forma radical.

Narrativa: Alexandre Mury explora as narrativas implícitas nos estereótipos de personagens.

Estilo: Alexandre Mury explora os estereótipos de personagens para questionar os valores culturais.

Corpo: Alexandre Mury usa seu corpo como uma ferramenta artística.

Cindy Sherman: Alexandre Mury é frequentemente comparado a Cindy Sherman, uma artista americana que explora a identidade, a representação e a apropriação.

Cena contemporânea: Alexandre Mury é um artista importante na cena contemporânea brasileira e internacional.

O nome "Mury" se pronuncia "Mu-rí"

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